Maria do Carmo Oliveira, 88, estava internada na Unidade de Tratamento de Queimados do Huse desde 9 deste mês e não resistiu às complicações. A família informou que o velório será na Rua Itaporanga, no Centro de Aracaju.
Morreu nesta segunda-feira (28) a idosa Maria do Carmo Oliveira, de 88 anos, que havia ficado ferida em uma explosão provocada por vazamento de gás em um condomínio da Zona Sul de Aracaju. A confirmação foi feita pelo Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse).
A paciente estava internada na Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ) do Huse desde o dia 9 deste mês e não resistiu às complicações do quadro clínico.
Segundo informações repassadas pela família, o velório ocorrerá em um velatório localizado na Rua Itaporanga, no Centro de Aracaju. O enterro foi marcado para as 14h, no Cemitério Colina da Saudade.
O acidente ocorreu durante a reforma de um apartamento, no momento em que a tubulação de gás foi perfurada. Na ocasião, o pedreiro que trabalhava na obra, identificado como Edilson da Silva Uruga, de 41 anos, e a idosa sofreram queimaduras e foram socorridos para o Huse. O trabalhador morreu no dia 15 deste mês.
Durante o atendimento da ocorrência no prédio, uma gestante passou mal e também recebeu auxílio médico.
Bombeiros atuaram na ocorrência para controlar os riscos no local e prestar atendimento inicial às vítimas. Equipes de resgate encaminharam os feridos ao Huse, onde foi conduzido o tratamento na unidade de queimados.
O caso mobilizou serviços de emergência por envolver vazamento de gás e riscos de novas explosões, além de demandas de socorro a pessoas com queimaduras. Não foram divulgadas pela unidade de saúde informações adicionais sobre o estado clínico final da paciente antes do óbito, além do período de internação informado.
A sequência de eventos inclui a perfuração acidental da tubulação durante a obra, o desencadeamento de uma explosão no apartamento e o atendimento hospitalar das vítimas. Do total de pessoas que receberam auxílio no local, duas foram encaminhadas para tratamento mais especializado no Huse, incluindo a idosa e o pedreiro que acabou morrendo dias depois.
Autoridades e equipes de emergência se mantiveram no local para apurar as causas e reduzir riscos à comunidade. Não há, no material consultado, menção a indiciamento, denúncia ou conclusão de investigação criminal sobre o caso, apenas o relato dos fatos e as informações sobre as vítimas e o atendimento prestado.

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