Denúncia levou a PM ao povoado Fazendinha, em Neópolis, onde ocorria atividade ilegal com aves. Parte dos presentes fugiu com aves; a polícia localizou e deteve o homem apontado como organizador, suspeito de maus-tratos.
Uma rinha de galos foi encerrada e um homem foi preso sob a suspeita de maus-tratos contra animais no povoado Fazendinha, em Neópolis. A informação foi divulgada neste domingo (20), segundo a Polícia Militar.
De acordo com a corporação, uma equipe foi acionada após o recebimento de uma denúncia anônima sobre a realização da atividade ilegal. Ao chegar ao local, os policiais constataram a presença de diversas pessoas. Parte dos presentes correu em direção a uma área de mata, levando as aves.
Os militares localizaram e alcançaram o homem apontado como responsável pela organização e realização da rinha. Durante a abordagem, o suspeito assumiu a responsabilidade pela atividade e colaborou com a retirada dos animais do local. Ao todo, 26 galos foram apreendidos.
O homem detido e os animais apreendidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Propriá. No encaminhamento à delegacia foi registrada a apreensão das aves e a apresentação do suspeito, de acordo com a Polícia Militar.
As informações divulgadas pela corporação indicam que a ação teve início em resposta à denúncia anônima, o que possibilitou a chegada das equipes ao ponto onde a rinha ocorria. Ao perceber a presença dos policiais, parte dos participantes deixou o local em direção à mata, levando algumas das aves; no entanto, os militares conseguiram localizar e abordar o homem apontado como organizador.
A apreensão de 26 galos foi registrada no boletim de ocorrência encaminhado à autoridade policial. A Polícia Militar informou que o suspeito colaborou no processo de retirada dos animais do local, atribuindo a si a responsabilidade pela organização do evento.
Não foram divulgadas, no comunicado da corporação, informações sobre identificação nominal do suspeito, eventual flagrante formalizado ou as medidas administrativas e judiciais que seriam adotadas a seguir. Também não foram detalhados o estado de saúde ou as condições das aves apreendidas.
O caso segue sob investigação e os registros oficiais permaneceram na Delegacia de Polícia Civil de Propriá para as providências cabíveis, conforme informado pela Polícia Militar.

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