Thannata criticou a Portaria 1.199/2026, que prevê visitas em processos do BPC. Em vídeo, afirmou que isso aumenta burocracia e insegurança de famílias sobrecarregadas.
A vereadora de Aracaju, Thannata da Equoterapia, questionou a Portaria nº 1.199/2026, que prevê a realização de visitas domiciliares em processos relacionados ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). A implementação da medida está prevista para julho de 2027.
No vídeo publicado em suas redes sociais, a vereadora afirmou que a nova exigência representa mais uma etapa burocrática para famílias que já enfrentam desafios diários, como consultas médicas, terapias e educação.
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Thannata destacou que essa mudança pode aumentar a insegurança para aqueles que dependem do benefício. Ela lembrou que muitas famílias já enfrentam dificuldades com perícias remarcadas ou canceladas no INSS e expressou preocupação de que situações semelhantes possam ocorrer com as visitas domiciliares. Isso, segundo ela, pode resultar em novos transtornos e atrasos em procedimentos essenciais.
“Tem uma regra nova que não veio para facilitar. Parece fiscalização, mas para a família atípica isso é um peso insuportável. Quem precisa desse benefício para sobreviver não pode conviver com mais burocracia. A inclusão é um direito e não podemos aceitar esse retrocesso”, afirmou Thannata no vídeo.
A manifestação da vereadora visa ampliar o debate sobre a aplicação da Portaria nº 1.199/2026 e seus possíveis efeitos na rotina das famílias atípicas. O assunto tem mobilizado pais, mães, cuidadores e entidades que defendem os direitos das pessoas com deficiência. Essas partes interessadas acompanham a regulamentação da medida e cobram que a implementação não resulte em novos obstáculos para quem depende da política de assistência social.
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