Divulgado pela SMS nesta sexta (24), o 4º LIRAa/2026 aponta Dom Luciano (5,9%), Luzia (4,8%) e Suíssa (4,4%) com alto risco. O índice geral caiu de 1,9% em maio para 1,5% em julho, mantendo a cidade em risco médio.
Três bairros de Aracaju apresentam alto risco de infestação pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Os dados são do quarto Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2026, divulgado nesta sexta-feira (24) pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS).
Os bairros com índice elevado são: Dom Luciano, com 5,9%; Luzia, com 4,8%; e Suíssa, com 4,4%. Apesar do alerta nesses locais, o índice geral de infestação na capital apresentou uma redução, passando de 1,9% em maio para 1,5% em julho. Essa queda mantém Aracaju na faixa de médio risco.
No total, foram avaliados 48 bairros entre os dias 2 e 10 de julho. Desses, três estão em alto risco, 27 em médio risco e 18 em baixo risco. O levantamento também destacou que bairros que apresentavam situação crítica no estudo anterior tiveram reduções significativas: Cidade Nova, de 6,5% para 2,6%; Cirurgia, de 9,4% para 2,0%; Grageru, de 4,0% para 3,4%; e Santo Antônio, que passou de 4,5% para índice zero.
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O LIRAa indicou que a maior concentração de criadouros do mosquito está dentro das residências. Os dados revelaram que 42,5% das larvas foram encontradas em vasos e pratos de plantas, vasilhas de água para animais e reservatórios de geladeiras. Outros 40,4% estavam em depósitos de água como tonéis, caixas d’água e lavanderias. Além disso, 8,2% foram localizados em tanques e calhas, 6,2% no descarte irregular de lixo e entulho, e 2,7% em pneus.
No que diz respeito aos casos de doenças, entre maio e junho de 2026, Aracaju registrou 309 notificações de dengue, com 31 confirmações, e 10 de chikungunya, com 6 confirmações. Duas notificações de zika foram feitas, mas nenhuma se confirmou.
O gerente do Programa de Combate ao Aedes aegypti, Daniel Nunes, informou que os dados do LIRAa serão utilizados para intensificar as ações de visitas, aplicação de larvicidas e fumacê (UBV costal), priorizando os bairros em situação de vulnerabilidade.

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