O movimento começou nesta terça (8/09/2026) com ato em frente ao Palácio, em Aracaju, segundo o Sintese. Professores cobram valorização e cumprimento da decisão do STF que declarou inconstitucional a Lei 213/2011.
Professores da rede pública de Sergipe entraram em greve a partir desta terça-feira (8/09/2026), por tempo indeterminado. O movimento foi deflagrado com um ato em frente ao Palácio de Despachos, na Avenida Adélia Franco, em Aracaju.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese) informou que a paralisação foi iniciada para cobrar valorização da categoria e o cumprimento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a inconstitucionalidade da Lei Estadual 213/2011. Segundo o sindicato, essas demandas motivaram a deflagração da greve e a organização do ato público na capital.
O início da paralisação foi marcado pela concentração de profissionais em frente ao prédio do governo estadual. O Sintese coordenou a mobilização e comunicou que a greve se dará por prazo indeterminado, sem detalhar, no comunicado divulgado, cronogramas de atividades ou pautas de negociação com o poder público estadual além das mencionadas reivindicações.
Até a última atualização desta matéria, a Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEED) não havia se posicionado em relação à greve. A ausência de manifestação oficial da SEED foi registrada junto às informações divulgadas pelo sindicato sobre o início da paralisação.
A decisão apontada pelo sindicato refere-se a entendimento do STF sobre a inconstitucionalidade da Lei Estadual 213/2011. A legislação e a decisão judicial foram citadas como elementos centrais nas reivindicações dos professores, que pediram cumprimento das determinações vinculadas ao julgamento mencionado.
A mobilização na capital reuniu profissionais que atuam nas escolas públicas estaduais. O anúncio da paralisação por tempo indeterminado indica que o movimento seguirá até que haja avanço nas negociações ou posicionamento formal das autoridades competentes sobre os pontos levantados pelo sindicato.
O sindicato organizador divulgou os motivos da greve e conduziu o ato inicial em Aracaju; por sua vez, o órgão estadual responsável pela educação ainda não se manifestou até a última atualização desta matéria.

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