Ele foi condenado a 18 anos de prisão por abusos cometidos em 2007 em Santa Luzia do Itanhy. Segundo a SSP/SE, deixou o estado e foi localizado no Espírito Santo após cruzamento de dados.
Um homem condenado a 18 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável cometido contra quatro crianças em Sergipe foi preso nesta terça-feira (22), no Espírito Santo. A condenação refere-se a fatos ocorridos em 2007, no município de Santa Luzia do Itanhy.
Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), o condenado deixou Sergipe após os crimes e passou a residir no Espírito Santo. A identificação do local de moradia e a localização do condenado decorreram de investigações e cruzamento de informações, conforme informado pelas autoridades.
Com base nos dados compartilhados pela Polícia Civil de Sergipe, equipes do 10º Batalhão da Polícia Militar do Espírito Santo realizaram diligências e prenderam o condenado. A ação levou à detenção do homem no estado para cumprimento da pena a que foi sentenciado.
A SSP/SE informou que o preso permanece à disposição da Justiça e deverá ser encaminhado ao sistema prisional de Sergipe para o cumprimento da pena de 18 anos. Não foram detalhados o local exato da detenção nem os procedimentos administrativos que serão adotados para o traslado entre estados.
Os fatos relacionados ao crime ocorreram em 2007 e envolveram quatro vítimas infantis, conforme a condenação registrada. A notícia da prisão foi divulgada por órgãos de segurança pública, que também relataram a cooperação entre as polícias Civil e Militar dos dois estados para efetivar a captura.
A operação que resultou na prisão integra o conjunto de ações de cumprimento de decisões judiciais e mandados de prisão em tramitação, segundo as informações divulgadas. A continuidade dos trâmites judiciais e o encaminhamento ao sistema prisional de Sergipe dependem das determinações da Justiça.
Não há, no material divulgado, detalhes sobre a defesa do condenado, eventuais recursos judiciais pendentes ou o cronograma preciso para transferência entre unidades prisionais. Também não foram divulgadas informações sobre o atendimento às vítimas ou medidas de reparação decorrentes do processo.

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