Em 11 de agosto, o delegado e pré-candidato ao Senado André David saudou advogados e pediu debate sobre concessão do porte de arma. Ele afirmou que a categoria sofre ameaças, perseguições e agressões no exercício.
Em homenagem ao Dia da Advocacia, celebrado em 11 de agosto, o delegado André David, que é pré-candidato ao Senado, parabenizou a categoria e destacou a importância de discutir a concessão do porte de arma de fogo para advogadas e advogados.
David enfatizou que a advocacia é uma profissão essencial à Justiça, conforme previsto na Constituição, e que os profissionais da área enfrentam diariamente uma série de riscos. Ele mencionou que advogados lidam com ameaças, perseguições e agressões no exercício de suas funções.
O delegado apontou que a atuação em causas criminais complexas, disputas patrimoniais significativas, conflitos familiares e o atendimento em áreas vulneráveis representam fatores de risco que impactam a rotina da classe. Diante desse contexto, ele defendeu a necessidade de garantir à advocacia os meios adequados para a autodefesa.
“Hoje, carreiras como a magistratura e o Ministério Público já contam com a prerrogativa do porte de arma”, ressaltou David, ao argumentar que é fundamental assegurar a proteção dos advogados no exercício de suas atividades. A proposta visa proporcionar um ambiente mais seguro para os profissionais da advocacia, que frequentemente se deparam com situações de vulnerabilidade e risco à sua integridade.
O Dia do Advogado é uma data significativa que celebra a atuação dos profissionais que defendem os direitos e garantias fundamentais, e neste ano, a proposta de discutir o porte de arma para advogados ganha destaque nas pautas de segurança e proteção da categoria. A iniciativa de David pode abrir um novo debate sobre a segurança de advogados, que se sentem ameaçados em suas atuações, principalmente em casos de grande repercussão ou que envolvem interesses conflitantes.
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