No bairro Capucho, em Aracaju, um homem foi detido nesta sexta (21) após denúncia de cárcere envolvendo a avó da mulher, uma idosa cadeirante. A esposa relatou agressões, fugiu e acionou a Polícia Militar.
Um homem foi preso no Bairro Capucho, em Aracaju, suspeito de manter a avó da esposa, uma idosa cadeirante, em cárcere privado nesta sexta-feira (21). O caso foi registrado em ocorrência policial e mobilizou a Polícia Militar até o endereço indicado pela vítima.
Segundo as informações registradas na ocorrência, a esposa do suspeito foi agredida e ficou ferida. Ela conseguiu fugir do local e acionou a Polícia Militar, que atendeu à ocorrência após o chamado. O relato da vítima levou os agentes até a residência onde estava a idosa.
Ainda segundo o boletim da ocorrência, o homem estava sob efeito de álcool e drogas no momento das agressões. Ao chegar ao imóvel, a Polícia Militar localizou o suspeito e realizou o resgate da idosa cadeirante, que estava sob a guarda do homem apontado como autor do cárcere.
Após a intervenção policial, o homem foi preso no local. Conforme registrado, o preso e a vítima foram encaminhados para a Casa da Mulher Brasileira. A ocorrência contém as informações sobre as agressões, o estado de embriaguez e o resgate da idosa, segundo o documento policial.
O registro policial indica ainda que a mulher agredida, que é esposa do suspeito, conseguiu fugir e buscar socorro, dando início à ação da polícia. Não há, no boletim disponibilizado, detalhamento sobre o estado de saúde da idosa após o resgate nem sobre eventuais medidas judiciais adotadas após a prisão.
O boletim da ocorrência foi a fonte das informações sobre as circunstâncias do crime, a condição do suspeito no momento das agressões e os encaminhamentos realizados pela Polícia Militar. As diligências da corporação resultaram na prisão do homem e na proteção da idosa cadeirante, que deixou a residência acompanhada pelos agentes.
O caso foi formalizado em registro policial nesta sexta-feira (21) e as informações divulgadas às autoridades constam no boletim da ocorrência. Não há, no material disponibilizado, identificação nominal dos envolvidos nem detalhes sobre possíveis autuações criminais ou medidas cautelares seguintes à prisão.

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