Operação conjunta da Polícia Civil e Militar prendeu duas mulheres em Propriá na segunda (24). Cerca de 17 kg de crack foram apreendidos após investigações motivadas por denúncias sobre chegada de entorpecentes.
Duas mulheres foram presas em Propriá nesta segunda-feira (24) durante uma operação conjunta das polícias Civil e Militar. Com elas, as equipes apreenderam cerca de 17 quilos de crack.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), as investigações começaram na semana passada, a partir de informações de que drogas chegariam ao município. A suspeita inicial indicava que seis quilos de maconha seriam distribuídos na região.
Após novas denúncias recebidas pelas autoridades, as equipes passaram a monitorar a movimentação de uma das investigadas. Conforme a apuração, a pessoa acompanhada teria levado o material até uma residência, onde foi localizada a droga.
No local, a polícia encontrou o entorpecente e confirmou que se tratava de crack. Em seguida, as duas mulheres foram detidas e encaminhadas para a Delegacia Regional de Propriá. A apreensão totalizou cerca de 17 quilos do material ilícito.
A Polícia Civil informou que prosseguirá com as investigações para identificar outras pessoas envolvidas no envio e na distribuição da droga no município. A ação contou com a atuação conjunta das forças de segurança locais, em operação que teve como objetivo desarticular o possível esquema de tráfico apontado pelas denúncias.
Autoridades destacaram que as informações iniciais sobre a chegada do entorpecente fizeram os agentes anteciparem o trabalho de vigilância. A mudança na tipologia da droga — da suspeita inicial de maconha para a confirmação de crack — foi esclarecida após a apreensão e análises preliminares no local.
A população foi orientada a colaborar com as investigações. Informações sobre o caso podem ser enviadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia, no número 181. A SSP e a Polícia Civil mantiveram apelo pelo envio de informações que contribuam para a identificação de outros suspeitos.
As autoridades não divulgaram os nomes das pessoas presas nem detalhes sobre o andamento processual. Procedimentos legais e diligências complementares foram indicados como parte das medidas adotadas após a prisão e a apreensão.

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