Um veículo pegou fogo na garagem de uma casa no bairro Industrial, na madrugada desta terça. As chamas se espalharam pela residência e seis moradores inalaram fumaça e precisaram de atendimento médico.
Um incêndio de média proporção ocorrido na madrugada de 09 de junho de 2026, afetou uma residência no bairro Industrial, na zona Norte de Aracaju. Os primeiros resultados de uma perícia realizada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBM/SE) indicam que uma pane elétrica em um automóvel estacionado na garagem pode ter sido a principal causa do sinistro.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), seis pessoas apresentaram dificuldades para respirar devido à fumaça e foram atendidas por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Todas as vítimas, que sofreram queimaduras leves, foram levadas a uma unidade hospitalar e já receberam alta médica.
“O incêndio teria iniciado em um veículo que estava na garagem, propagando-se para outro automóvel e para um ponto comercial situado no térreo, atingindo também a parte da residência localizada no pavimento superior”, informou o Corpo de Bombeiros.
O tenente André Monteiro, responsável pela operação de combate às chamas, explicou que a equipe conseguiu isolar a área e evacuar o prédio rapidamente. “Temos como missão número um, primordial em casos como estes, salvar a vida das pessoas e de animais de estimação. Fizemos isso com brevidade ao ponto de inviabilizar que os casos de inalação da fumaça fossem agravados”, disse. Após o combate ao incêndio, foi realizada uma operação de rescaldo e a equipe utilizou uma câmera térmica para identificar possíveis focos de reignição.
“O foco do incêndio pode sim ter sido provocado por um automóvel estacionado na garagem”, acrescentou o tenente Monteiro.
Ainda não foi confirmado se o veículo envolvido no incidente era elétrico ou se estava sendo carregado no momento do incêndio. A previsão é que o laudo final sobre as causas do incêndio seja concluído em até 30 dias, podendo ser prorrogado por mais um mês se necessário. O espaço afetado pelo incêndio permanece parcialmente interditado, mas não há risco de colapso.
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