Natural de Propriá, Joubert Moraes, 78, faleceu no sábado (25) em Aracaju. Formado na Escola de Belas Artes de Salvador, realizou sua primeira exposição individual em 1968 na Galeria Álvaro Santos.
Faleceu no último sábado (25), em Aracaju, o artista plástico sergipano Joubert Moraes, aos 78 anos. Natural de Propriá, Joubert tinha uma forte ligação familiar com a arte e a cultura, visto que sua mãe era cantora e bordadeira, seu pai poeta e escritor, e sua irmã, também artista plástica.
Ele deu os primeiros passos de sua formação artística na Escola de Belas Artes de Salvador, uma das mais renomadas do Brasil. Após concluir seus estudos, Joubert retornou a Aracaju e, em 1968, realizou sua primeira grande exposição individual na Galeria de Arte Álvaro Santos. A partir desse momento, ele construiu uma carreira que se estendeu por mais de seis décadas, atuando como pintor, desenhista, escultor, cenógrafo, poeta e músico.
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Entre suas obras mais notáveis está a pintura da Igreja Matriz da cidade de São Francisco do Conde, na Bahia. Joubert tornou-se uma referência nas artes visuais em Sergipe, recebendo diversas premiações e homenagens ao longo de sua vida, incluindo a Comenda Cultural Tobias Barreto e o Prêmio Mestre da Cultura Popular. Sua presença era marcante no Festival de Artes de São Cristóvão (FASC), onde também contribuiu para a promoção da cultura local.
Em 2024, sua trajetória foi celebrada na exposição “Joubert – 60 anos de arte”, realizada no Museu da Gente Sergipana, que destacou sua contribuição significativa para o cenário artístico do estado.
O corpo de Joubert foi sepultado no domingo (26), na Colina da Saudade. A causa da morte não foi divulgada. Ele deixa sua esposa, a filha Jade Moraes, que atua como coordenadora de TV na Aperipê, e um neto, que serão legados de sua história pessoal e profissional.
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