O Hospital da Polícia Militar de Sergipe (HPM) tem se destacado como uma unidade estratégica no fortalecimento da assistência hospitalar especializada no estado. Entre 1º de janeiro e 25 de junho de 2026, o hospital realizou um total de 851 procedimentos cirúrgicos, ampliando o acesso da população aos atendimentos e contribuindo para a redução da fila de espera na rede estadual de saúde.
Do total de cirurgias, 835 foram ortopédicas e 16 bucomaxilofaciais. Essas especialidades são essenciais para o suporte que o HPM oferece ao Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse) e aos hospitais regionais, que enfrentam alta demanda por serviços especializados.
“A avaliação dos números dos procedimentos cirúrgicos neste primeiro semestre é bastante positiva. Conseguimos realizar uma média de 150 cirurgias ortopédicas por mês, resultado da capacidade assistencial da unidade e do fortalecimento da equipe”, destacou Mônica Alves, coordenadora do HPM.
Ela ressaltou que o avanço no número de cirurgias tem contribuído efetivamente para a diminuição da fila de espera, que antes apresentava números elevados. O tempo médio de internação dos pacientes que se submetem a cirurgias ortopédicas no HPM varia entre cinco e seis dias, englobando desde a admissão hospitalar até a recuperação pós-operatória e a alta médica.
Atualmente, o hospital conta com 52 leitos de enfermaria, incluindo quatro leitos de isolamento e um leito de estabilização. Essa estrutura é fundamental para atender à crescente demanda por serviços de saúde. Desde 2024, o HPM atua de forma integrada na linha de cuidados voltada para cirurgias ortopédicas, uma iniciativa que visa otimizar a rede pública de saúde e aumentar a capacidade de atendimento.
Mônica Alves também mencionou que os investimentos recentes no Centro Cirúrgico tiveram um impacto significativo na produtividade e na qualidade dos serviços prestados. “Com a reforma das salas do Centro Cirúrgico, tivemos uma melhoria significativa nas condições de trabalho das equipes, adequação dos ambientes e otimização do fluxo cirúrgico”, afirmou. Essa mudança resultou em maior agilidade na preparação e liberação das salas, redução do intervalo entre os procedimentos e, consequentemente, um aumento no número de cirurgias realizadas, ajudando a diminuir a fila de espera na rede estadual.





Fonte: Saúde – Sergipe
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