Uma funcionária de 26 anos foi presa em flagrante em Lagarto nesta quinta (23) suspeita de transferir R$ 9 mil por PIX da conta de uma cliente. A vítima registrou ocorrência no dia 21; a suspeita teria pego o celular alegando portabilidade de empréstimo.
Uma funcionária de 26 anos de uma empresa financeira foi presa em flagrante em Lagarto, acusada de fraude eletrônica. A Polícia Civil confirmou a prisão nesta quinta-feira, 23. O caso começou a ser investigado após a vítima, que havia procurado a polícia no dia 21, perceber uma transferência não autorizada de R$ 9 mil em sua conta, realizada via PIX.
De acordo com as investigações, a suspeita, que trabalhava na financeira onde a vítima buscava serviços de crédito e empréstimos, ficou com o celular da cliente sob a justificativa de realizar um procedimento relacionado à portabilidade de um empréstimo consignado. Após o registro da ocorrência, a funcionária foi convocada para prestar esclarecimentos na Delegacia Regional de Lagarto.
No início, a suspeita negou conhecer a pessoa para quem a quantia havia sido transferida. Contudo, durante as diligências, foram coletados depoimentos da vítima, de testemunhas e outros elementos que comprovaram a materialidade do crime e indicaram a autoria da funcionária.
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A investigação revelou que o valor desviado foi enviado para uma conta bancária em nome de um outro cliente da financeira. Este segundo cliente alegou não ter conhecimento da existência da conta em seu nome, levantando a suspeita de que a funcionária teria aberto a conta sem autorização do titular, usando-a para receber os valores da fraude.
Com as evidências coletadas, a funcionária foi presa em flagrante pela suposta prática de fraude eletrônica. As investigações continuam para elucidar todos os detalhes do caso e identificar possíveis cúmplices.
A Polícia Civil recomenda que os cidadãos não compartilhem senhas bancárias e evitem entregar celulares desbloqueados a terceiros durante operações financeiras.
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