O corpo do policial civil Yago Gomes, natural de Sergipe e de 33 anos, foi sepultado no Cemitério Colina da Saudade, em Aracaju, na manhã do dia 21 de maio de 2026. Yago foi morto por um colega dentro de uma viatura em Delmiro Gouveia, Alagoas. O incidente também resultou na morte de outro policial, Denivaldo Jardel, de 47 anos, natural de Pernambuco.
Yago Gomes ingressou na polícia em 2023 e estava lotado na 1ª Delegacia Regional de Delmiro Gouveia. Ele deixa esposa e uma filha. Durante a cerimônia de despedida, familiares e amigos prestaram homenagens ao policial, que era lembrado como um profissional dedicado.
O pai de Yago, Pedro Pereira, contestou a versão oficial que aponta que o autor dos disparos teria sofrido um surto. Ele afirmou que o filho foi executado de forma perversa e desumana, alegando que o crime apresenta características de execução, uma vez que o suspeito disparou à queima-roupa na cabeça de Yago.
O crime ocorreu na madrugada do dia 20 de maio, quando o policial civil suspeito foi preso após os disparos contra os colegas. Os tiros atingiram ambos os policiais no crânio, e, segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas, eles não resistiram e morreram no local, antes da chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
A tragédia gerou comoção entre a corporação e a comunidade local, que se uniram em luto pela perda dos policiais. A morte de Yago Gomes deixa um vazio em sua família e entre os colegas de farda, que lamentam a violência que tomou conta da profissão.

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