Residindo em Sergipe, o artista tratava de insuficiência renal e aguardava transplante de rim. Segundo a família, sofreu um infarto e não resistiu. O velório ocorreu em Aracaju e o corpo seguirá para sepultamento em Garanhuns (PE).
O cantor Rogério Valença, de 55 anos, morreu em Aracaju nesta segunda-feira (31). Natural de Garanhuns (PE), ele integrou as bandas Calcinha Preta e Caviar com Rapadura e, mais recentemente, se apresentava no grupo Raio da Silibrina. Morador de Sergipe, Rogério estava em tratamento por insuficiência renal.
Segundo a família, ele aguardava um transplante de rim, mas não resistiu a um infarto. Rogério deixa o esposo, com quem convivia há 20 anos.
O velório foi em Aracaju e o corpo foi levado para sepultamento em sua cidade natal, em Pernambuco. Não houve divulgação de horário do sepultamento além das informações já confirmadas sobre a transferência do corpo para a cidade onde nasceu.
Ao longo da carreira, Rogério Valença foi reconhecido por sua atuação como vocalista em bandas do forró e do brega, tendo passagem pela Calcinha Preta, uma das formações citadas em sua trajetória profissional. Sua participação em diferentes grupos musicais marcou a cena regional e o levou a integrar o elenco do Raio da Silibrina nos últimos anos.
O falecimento mobilizou mensagens de pesar entre colegas e integrantes de grupos aos quais esteve ligado. O vocalista da Banda Calcinha Preta publicou uma manifestação sobre a morte do artista, destacando o papel de Rogério na trajetória do grupo.
“Obrigado, Rogério. Você foi fundamental para que a Calcinha Preta se tornasse o que se tornou”
O grupo Raio da Silibrina divulgou nota de pesar nas redes sociais em homenagem ao artista, ressaltando lembranças e solidariedade à família e aos amigos.
“Ficam a saudade, as lembranças dos momentos vividos e a gratidão por tudo que ele representou. Que Deus conforte o coração de toda a família, amigos e de todos que estão sentindo essa perda”
As informações oficiais sobre as causas do óbito e sobre procedimentos médicos foram remetidas pelos familiares. Não houve, até o momento, divulgação de laudos médicos públicos ou de detalhes adicionais sobre a espera pelo transplante além do relato familiar sobre a insuficiência renal e a necessidade do procedimento.
A trajetória de Rogério Valença soma passagens por formações conhecidas no Nordeste e contribuiu para sua presença no circuito musical regional. O registro do velório em Aracaju e o traslado do corpo para Pernambuco foram confirmados pelas fontes próximas à família.

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