Durante os festejos juninos na Orla da Atalaia, a Estação Acolher oferece alimentação, descanso e acolhimento a catadores que trabalham pela sustentabilidade do evento.
No coração do maior evento cultural de Sergipe, onde o forró pulsa forte e a alegria toma conta da Orla da Atalaia, há uma história que merece ser contada com o mesmo carinho que se celebra o São João: a dos catadores de materiais recicláveis que, discretamente, garantem que a festa seja também sustentável. E para esses trabalhadores essenciais, o Arraiá do Povo reserva um espaço especial — a Estação Acolher, iniciativa que coloca dignidade e bem-estar no centro das atenções.
O espaço funciona como um verdadeiro ponto de apoio e humanização durante os festejos juninos. Ali, os catadores que atuam no evento encontram alimentação, descanso e um acolhimento que reconhece o valor imensurável do trabalho que realizam. Em meio ao frisson das quadrilhas, das bandas e da multidão que celebra a identidade nordestina, são esses homens e mulheres que percorrem os corredores da festa recolhendo o que pode ser transformado, reutilizado, devolvido à vida — contribuindo diretamente para a sustentabilidade ambiental do maior arraiá de Sergipe.
A Estação Acolher é um gesto que vai além da logística: é o reconhecimento de que o São João pertence a todos, e que quem trabalha para que a festa aconteça com responsabilidade ambiental também merece ser tratado com respeito e cuidado. No Arraiá do Povo, na Orla da Atalaia, em Aracaju, a celebração junina se completa quando nenhum trabalhador fica de fora do abraço coletivo que o São João de Sergipe sabe dar como ninguém.
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