O Dia Nacional do Quadrilheiro Junino foi celebrado com emoção e dança na primeira semifinal do Arranca Unha, em Aracaju. Histórias de vida mostraram como as juninas atravessam gerações e transformam destinos em Sergipe.
Que cena mais bonita se viu na Orla da Atalaia! A primeira semifinal do Arranca Unha se tornou muito mais do que uma competição de quadrilhas juninas — foi uma festa de identidade, de memória afetiva e de amor profundo pelo São João sergipano. E não poderia haver data mais especial: o Dia Nacional do Quadrilheiro Junino, celebrado com o brilho nos olhos de quem dedica a vida inteira a essa tradição que pulsa no coração do Nordeste.
Os brincantes que pisaram no salão carregaram consigo histórias que emocionam e inspiram. As juninas de Sergipe não são apenas grupos culturais — são famílias, são raízes, são pontes entre o passado e o futuro. Geração após geração, avós ensinando netos, mães passando a saia rodada para as filhas, pais ajustando o chapéu de couro nos filhos: é assim que essa cultura sobrevive, cresce e se reinventa a cada São João. As histórias dos quadrilheiros revelam como as juninas têm o poder real de transformar vidas, de dar pertencimento, de criar laços que nenhuma modernidade apaga.
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O Arraiá do Povo, maior evento cultural de Sergipe, segue sendo o palco onde essas histórias ganham luz e aplausos merecidos. Ver os quadrilheiros em cena durante a semifinal do Arranca Unha é entender por que o São João sergipano é patrimônio vivo — não guardado em museu, mas dançado, suado, sentido. Sergipe celebra seus quadrilheiros com a reverência que eles merecem: de peito aberto e forró no coração.










Fonte: Governo de Sergipe
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