A Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe (Alese) aprovou, em 26 de maio de 2026, o projeto de lei que autoriza a concessão do Hospital do Câncer de Sergipe por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). A proposta recebeu uma ampla maioria no plenário, com apenas três deputados estaduais votando contra.
Os parlamentares que se opuseram à medida foram Linda Brasil (PSOL), Georgeo Passos (Republicanos) e Gracinha Garcez (Republicanos), que atualmente ocupa a cadeira do deputado estadual Marcos Oliveira (Republicanos). Os demais 21 deputados votaram a favor da proposta, demonstrando um apoio significativo à iniciativa.
Entre os deputados que apoiaram a concessão estão Adailton Martins (PSD), Áurea Ribeiro (PP), Carminha Paiva (PT), Chico do Correio (PT), Cristiano Cavalcante (União Brasil), Garibalde Mendonça (MDB), Ibrain de Valmir (PV), Jeferson Andrade (PSD), Jorginho Araújo (PSD), Kaká Santos (União Brasil), Kitty Lima (PSB), Lidiane Lucena (União Brasil), Luciano Bispo (PSD), Luciano Pimentel (PL), Luizão Donatrampi (PL), Maisa Mitidieri (PSD), Marcelo Sobral (União Brasil), Netinho Guimarães (União Brasil), Neto Batalha (PSD), Pato Maravilha (União Brasil) e Paulo Júnior (PV).
Com a aprovação do projeto, o Governo do Estado fica autorizado a realizar a concessão administrativa do Hospital do Câncer, que envolve a gestão, ampliação, modernização, operação e manutenção da unidade hospitalar. A duração do contrato poderá ser de até 35 anos, e a concessão será feita mediante processo licitatório, permitindo que a iniciativa privada assuma a administração do hospital.
A decisão de privatizar o hospital gerou debates entre os parlamentares e a população, refletindo preocupações sobre a qualidade do atendimento e a gestão pública da saúde no estado. A expectativa é que a nova gestão, por meio da PPP, traga melhorias significativas na operação do Hospital do Câncer, que é uma unidade essencial para o tratamento de pacientes oncológicos em Sergipe.
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