Os trabalhadores dos Correios em Sergipe retornaram às atividades nesta sexta-feira (25), após o encerramento da greve iniciada no dia 11 de setembro. A paralisação afetou serviços regionais e terminou com a retomada das rotinas de entrega e atendimento nas unidades do estado.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos do Estado de Sergipe (SINTECT/SE), entre as reivindicações estavam a manutenção do plano de saúde, o pagamento de adicional de férias de 70% e a remuneração de 200% pelo trabalho em dias de repouso. Esses pontos foram apresentados como demandas centrais durante o período de mobilização da categoria.
O retorno ocorreu após decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que considerou a greve não abusiva, determinou a compensação dos dias parados e definiu reajuste salarial de 4,09%. A deliberação do tribunal foi citada como fator determinante para a suspensão da paralisação e para o estabelecimento das condições para o reinício dos serviços.
A determinação do TST sobre a compensação dos dias parados e o reajuste salarial passa a orientar os próximos passos entre a categoria e a empresa responsável pelo serviço postal. A aplicação prática dessas medidas e eventuais acordos complementares devem ser implementados conforme as orientações legais e as negociações administrativas entre as partes envolvidas.
O sindicato afirmou que as reivindicações apontadas seguem sendo parte da pauta de reivindicações da categoria, mesmo após o retorno às atividades. A manutenção do plano de saúde e as regras para pagamento de adicionais foram destacadas como itens ainda em discussão, segundo a representação sindical.
Com a retomada das atividades, as equipes locais devem normalizar gradualmente os processos de entrega e atendimento que foram afetados pela paralisação. Usuários e empresas que tiveram serviços impactados podem acompanhar a regularização junto às agências e aos canais oficiais da instituição postal.
A greve, que começou em 11 de setembro e teve seu encerramento oficial na data de retorno mencionada, marcou um período de mobilização dos trabalhadores em busca de medidas consideradas essenciais pela categoria. A decisão do TST e as definições referidas devem nortear as ações e as compensações a serem aplicadas nos próximos dias.

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